Sem palavras sobre tecnologia hoje...
Agora entendo a tristeza da letra de Sérgio Bittencourt, que escutei muito quando era pequeno pois meu pai colocava sempre na "vitrola" a voz grave de Nelson Gonçalves.
"naquela mesa ele sentava sempre
e me dizia sempre o que é viver melhor
naquela mesa ele contava histórias
que hoje na memória eu guardo e sei de cor
naquela mesa ele juntava gente
e contava contente o que fez de manhã
e nos seus olhos era tanto brilho
que mais que seu filho
eu fiquei seu fã
eu não sabia que doía tanto
uma mesa num canto, uma casa e um jardim
se eu soubesse o quanto dói a vida
essa dor tão doída, não doía assim
agora resta uma mesa na sala
e hoje ninguém mais fala do seu bandolim
naquela mesa ta faltando ele
e a saudade dele ta doendo em mim"
Troque "filho" por "neto" e "bandolin" por "pandeiro" que a letra se encaixa perfeitamente :)
E também Blind Guardian, inpirado no discurso de Fëanor no livro Silmarillion.
"How long shall we mourn in the dark
The bliss and the beauty will not return
Say farewell to sadness and grief
Though long and hard the road may be"
Estranho, mas uma letra de uma Banda de Metal inspirada em um livro de Tolkien resumem o momento atual.
Adeus vô. Fique bem...
Um comentário:
Amor, entendo sua dor.
Lembre-se que o orgulho que você tem dele, certamente ele tinha e continua tendo de você. Você sempre foi um neto maravilhoso.
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